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    » Campanha Nacional de vacinação contra o sarampo



    Redação Anuncifácil

     

    Na próxima segunda-feira (7/10) começa em todo o país a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo 2019. A campanha é a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para tentar interromper a circulação do vírus do sarampo no país e proteger os grupos mais acometidos pela doença. Há casos confirmados da doença em 19 estados brasileiros, a maior parte concentra-se em São Paulo, com 5.411 confirmações – 3.113 só na capital paulista. Em Curitiba, são 45.

    De acordo com a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde, a campanha será “seletiva”, ou seja, a vacinação será para pessoas que façam parte do público-alvo e que não tenham sido vacinadas anteriormente ou que não estejam com a situação vacinal em dia.

    Segundo o Ministério da Saúde, a escolha do público-alvo da primeira etapa, principalmente aqueles menores de 1 ano, se deve pelo fato de nesta faixa etária haver maior incidência da doença (número de casos por população) e risco de desenvolver complicações decorrentes do sarampo.

    Já o público-alvo da segunda etapa foi escolhido por nesta faixa etária haver maior número de indivíduos que são acometidos (em números absolutos) pela doença no surto registrado no país.

    De acordo com o calendário de rotina do Ministério da Saúde, crianças, adolescentes e adultos de até 29 anos devem ter duas doses da vacina contra o sarampo, feitas após 1 ano de idade. Adultos de 30 a 49 anos devem ter pelo menos uma dose, feita após 1 ano de idade.

    Desde 22 de agosto, o Ministério da Saúde também autorizou uma dose extra para bebês de 6 a 11 meses. Essa dose promove imunidade temporária, sendo necessário, após um ano, realizar as vacinas previstas no calendário de rotina da criança.

    A vacina é contraindicada para menores de seis meses, gestantes, pacientes imunodeprimidos ou com histórico de reação alérgica grave, após dose prévia ou após contato com as substâncias que compõem a vacina. Recomenda-se também um intervalo de 30 dias após a vacina para as mulheres tentarem engravidar. (Redação Bem Paraná)


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